domingo, 14 de junho de 2026

Cascata de Autoire & Château des Anglais

O trilho começou logo bem: o ponto de partida está junto à Chapelle Saint-Roch. Estava fechada, mas pelas grades da porta deu para espreitar este fresco da Dormição de Maria, do século XV.





O trilho é muito curto e acessível e deu-nos aquilo que procurávamos, este verde que aqui não temos, que deixa pressentir água e quase dá de beber, e em que o corpo se sente imediatamente bem. E apesar de termos feito esta viagem nos primeiros dias de Setembro já havia algum Outono no ar, o que é sempre um alívio, depois dos Verões terríveis e detestáveis do centro da península. A cascata levava pouca força mas soube bem na mesma ficar por algum tempo a ouvir o som da água e a resistir à tentação de molhar os pés.




Depois do trilho da cascata começou a subida a sério, em busca dos vestígios do Château des Anglais: um abrigo na vertente da montanha, a uma altura considerável, que terá sido construído no final do século XII. A subida é acentuada e o trilho muito fechado, nem sempre fácil de discernir, mas valeu a pena, especialmente pela vista de Autoire lá em baixo. Quando voltámos à aldeia já era demasiado tarde e estávamos demasiado cansados para voltar ao café, portanto rumámos a casa em busca de banho, jantar e descanso, mas ficou a vontade de regressar.



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