Diários de uma monja apócrifa

“para nós, várias cidades transmigrando tinham-se implantado à volta da concentração em que vivíamos; havia Münster, havia Lisboa, havia Antuérpia, havia Amsterdão, e outras permaneciam incógnitas na nebulosidade grave que nos rodeava; era para Münster que as forças convergiam; nessa altura, Hadewijch não habitava longe, e pouco a pouco determinámos a rua em que morava, perto de praça de mercado, mesmo à saída de Münster, que podia ser uma das saídas de Lisboa, de preferência, a que dá para o Mar”

Maria Gabriela Llansol, Contos do Mal Errante

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