My Rembrandt, Oeke Hoogendijk



O filme já teria valido a pena pela descoberta deste quadro, que entra directamente para a lista dos meus favoritos. De resto o mais interessante foi o paralelismo entre as personagens do dinheiro velho, velhos simpáticos e com quem é fácil simpatizar, e cujo entusiasmo e brilho nos olhos, quando falam sobre as obras que têm, é contagiante, e o americano artificial e superficial, que das obras só fala com tiradas superficiais, e que tem mesmo ar de não ver nelas mais que um vanity project. Esses velhos adoráveis europeus que têm as obras fechadas nas suas mansões, esse terrível arrivista americano que faz questão de as ter onde o público lhes tenha acesso. Pois.

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