Não é só o facto de não estar sentada, neste domingo solarengo, no meu canto cativo na esplanada daquele salão de chá escondido num vale da serra, com um dos gatos do lugar a ronronar-me no colo, entre livros, cadernos, os jornais do fim-de-semana e um café com natas. É que o salão fechou, o que complica esta mistura de nostalgia e antecipação do regresso a um lugar querido, que geralmente era um bom embalo para tardes de domingo assim.
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