Pedi ao bosque que me concedesse entrada e abrigo, e ele concedeu-me muito mais. Permitiu que nele permanecesse sem sacrilégio, sem perturbar a sua vida invisível; ouvi a copa dos pinheiros dançar ao vento, testemunhei o crescimento dos líquenes e das árvores, vi-me rodeada de pássaros que a minha presença não perturbou. Junto ao sobreiro antigo lembrei-me que sonhara com uma coruja que viera até mim e me prometera consolo. Encostei a testa ao tronco e agradeci.

És tão bonita, caramba. *
ResponderEliminarLinda é a senhora! Um abraço*
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