Que saudades de ver a minha Avó ordenhar as cabras e fazer os queijos, de observar os seus movimentos lentos e seguros. Lembro-me dela sempre que fotografo o armário onde os queijos ficavam a curar, e onde agora se acumulam objectos esquecidos, alguidares, facas velhas, um frasco de Brasa com favas secas, canecos velhos de alumínio, que têm tanto de tesouros como de tralha. E nunca mais comi queijo que me soubesse como aquele.






Um dia falo acerca da Casa do Forno, que ainda amo mais. Já andam umas fotografias por aí.
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