Os Cantores de Leitura: um pouco fechado na sua lógica interna, que é bastante hermética, mas bom.
Um Arco Singular (Livro de Horas II): muito, muito bom. Gosto bastante diários de escritores, e aqui essa lógica interna fechada antes torna-se mais arejada; beneficia ao ser posta no contexto do quotidiano da escritora, da sua vida interior, e acompanhada no seu desenvolvimento e evolução, ganha sentido e beleza.
Tradução de Les Fleurs du Mal, de Baudelaire: péssima. Sim, já sei, os problemas da tradução, quanto mais de tradução de poesia, mas nada justifica esta tolice. E mesmo como obra da autora, baseada em Baudelaire, é muito tola.
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