“e tu dizes «que maravilha, que maravilha», como dizes a tudo o que é novo, te abriga e não obriga, «tu de vidro». E tu de vidro e carne nova dás teu espaço à noite e teu passado, tagarelas a entrada, minuetas tuas cercanias nunca próximas de gente, a gente das letras, os desapalavrados disto, os objectos marcados pelo tu deixá-los lá, a tua antiguidade, porque tu és a mais antiga e a mais nova”
Três Marias, Novas Cartas Portuguesas
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