Lisboa | Maio 2016
Um dia baterei às portas fechadas por trás das quais imagino salas luminosas de grandes janelas, estantes de livros do chão ao tecto e sofás velhos e confortáveis. Por enquanto subo as escadas às escondidas, à procura da luz que me chama derramando-se das clarabóias, e da beleza despreocupada do pó que paira sobre a tralha esquecida no vão do último andar.






