"Se a vida fizesse sentido, não havia filmes. Nem livros. Não sabemos onde moramos e, por vezes, um filme ou um livro dão-nos a impressão de estarmos em casa. Os filmes e os livros de que gosto são os de homens ou mulheres perdidos. Gente que não sabe encontrar o caminho para casa ou nem sequer sabe já o que seja uma casa."
"Fica, aliás, uma interrogação perturbante: depois dos acontecimentos que dilaceraram (e dilaceram) o país, que luto nos querem fazer viver quando, entre a tragédia e a festa, já não há diferença mediática de linguagem?"